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A sua prestação de Crédito Habitação está muito alta? Deve fazer uma Transferência ou aceder à Moratória? Saiba tudo!

Nos últimos tempos temos visto o constante aumento das prestações do Crédito Habitação. Este aumento deve-se ao crescimento da taxa Euribor a 3, 6 e 12 meses.

Reconhecendo este problema, o Estado Português desenvolveu uma moratória que fixa a Euribor, durante dois anos, a 70% da mesma, mas será isso vantajoso? Valerá mais a pena fazer uma Transferência ou aceder à Moratória?

 

Em que consistem as Moratórias?

 

As moratórias inseridas no plano Mais Habitação, baseiam-se na fixação a 70% da taxa Euribor a 6 meses, durante dois anos, assegurando sempre que o valor em dívida não aumenta. Mesmo que o indexante usado no Crédito Habitação seja a 3 ou 12 meses para acesso à mesma será considerado a 6 meses do mês anterior ao pedido. A prestação do seu Crédito Habitação pode ser fixada com desconto caso se apresente com uma taxa variável ou taxa mista (em período variável). 

 

Contudo, nem tudo é positivo. O desconto obtido com o acesso à moratória irá ser pago posteriormente, isto é, ao fazer com que a amortização de capital seja atrasada, o desconto feito na sua prestação mensal remete sobre o capital a amortizar e não sobre os juros, logo após passar o regime da moratória (dois anos) irá aumentar as prestações de modo a amortizar, com juros, o montante que adiou. 

 

Como funciona a Transferência do Crédito Habitação?

 

A Transferência do Crédito Habitação baseia-se na procura de melhores condições para o seu crédito atual. Assim, com a operação da transferência é possível negociar o seu spread, reduzir ou aumentar prazos, pedir um período de carência de capital ou até mesmo rever todos os custos associados ao crédito (como os seguros e outros custos que contribuem para o aumento do valor total do seu crédito).

A “renovação” do seu Crédito Habitação através da transferência do mesmo para outra entidade bancária, permite poupar no imediato mensalmente e numa perspetiva de longo prazo.

 

Como é que a Moratória e a Transferência funcionam na prática? Exemplos práticos!

 

Vejamos o caso hipotético do José (nome fictício)*. O José tem, neste momento, o capital em dívida de 150.000€, com 336 prestações por liquidar tendo por condições um spread de 1% com taxa variável e um indexante da Euribor a 12 meses, neste momento tem uma prestação de 821,30€.

 

Com o acesso às moratórias, sabendo que a prestação do José se reflete em 208,92€ para amortização de capital e 612,38€ para pagamento de juros e tendo por referência a taxa Euribor de 3,899% (Euribor a 6 meses, a 8 de fevereiro 2024), vai fazer com que o José consiga obter um desconto de 135,09€ na sua prestação mensal passando a pagar 686,21€. 

O que está previsto no Decreto-Lei n.º 91/2023, é que o limite de bonificação máxima desta medida é de 800€/ano, distribuído pelas prestações que vai pagar ao longo do ano (12 meses).

Sabendo que, durante dois anos, o valor que adiou pagar (800€/ano) incide sobre uma parte do valor do capital a amortizar mas não irá reduzir os juros (pagará sempre os mesmos juros), faz com que a parte do montante que não amortizou ao longo desses dois anos, terá que ser amortizado passado quatro anos do fim desta moratória, pagando assim, mais juros sobre este valor.

 

No caso do José pretender transferir o seu Crédito Habitação podemos ver que o José irá reduzir o seu spread de 1% para 0,5% (durante três anos) e ainda reduzir as prestações por liquidar de 336 para 324 (ou seja, 1 ano de redução). Com tudo isto, dos encargos mensais de 821,30€ que o José tinha com o seu Crédito Habitação conseguiu ter uma poupança de 30,06€ passando para 791,24€ mensais e ainda reduzir o montante em dívida.

Assim, no final do contrato, poupou 19.595,04€ no total do seu Crédito Habitação. 

 

Afinal, devo aceder à Moratória ou renegociar o meu crédito através de uma Transferência para outra entidade bancária?

 

Deve analisar sempre ambas as possibilidades e perceber qual delas será mais vantajosa para a sua situação financeira atual assim como nos próximos anos. 

 

Apesar do acesso à moratória poder representar uma poupança maior no imediato, terá custos acrescidos no longo prazo.

Por sua vez, a transferência para outra entidade bancária com melhores condições faz com que, para além de poupar uma parte no imediato, no futuro consegue garantir uma maior estabilidade financeira.

 

Na AMCO Intermediários de Crédito podemos ajudá-lo a perceber qual é a melhor opção para si! Fale connosco!

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De quanto preciso?

Prazo?
meses
Mensalidade
*Prestação mensal indicativa, sem inclusão de seguros, taxas e/ou despesas eventualmente aplicáveis.

*Caso real exemplificativo.

**Informação Legal. Mutuante: Banco Santander Totta, S.A. | Montante Total de Crédito: 150.000€ | Prazo: 27 anos | Prestação: 791,24€ | I.S.U.C: 1.200€ | TAN: 4,392% | TAEG: 10,8% | MTIC: 443.395,89€ | Custo Total de Crédito: 150.000€ | Crédito Sujeito a aprovação das instituições bancárias ou financeiras legalmente a operar em Portugal

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